Consumo consciente é impulsionado pela pandemia e ganha importante espaço


Mudanças de hábitos gerados pela pandemia têm aumentado cada vez mais a vontade de consumir conscientemente. Questões quanto a necessidade de produtos de vestuário, por exemplo, passaram a intrigar a população enquanto estavam, e seguem, trabalhando confortavelmente de suas casas. E outras pessoas, infelizmente desempregadas ou com o poder de compra reduzido, foram obrigadas a refletir suas tentações e gastar apenas o necessário. Essa forma mais contida de consumir está cada vez mais consolidada, atingindo até mesmo fornecedores. Os recursos se tornaram limitados, e por isso, vender muito deixou de ser o objetivo principal das empresas, como era anteriormente. Agora, ao se decidir por realizar uma compra ou não, o foco será o equilíbrio entre satisfação pessoal e compromissos ambientais, sociais e financeiros.

Que fique claro que, consumir conscientemente não significa voto de pobreza. Na maioria dos casos, o consumir escolhe pagar mais caro para apoiar a marca que compactua com uma causa que também é importante para ele como a preservação de florestas, bem-estar animal ou a reversão de parte da renda para causas sociais, por exemplo. O aumento de brechós virtuais é outra alternativa que atende tanto a uma necessidade quanto a um desejo. Uma pesquisa, realizada ano passado pelo Instituto Akatu, demonstrou que mais de 70% dos consumidores, incluindo os mais jovens, querem que a iniciativa privada pare com a agressão ao meio ambiente e estabeleça objetivos claros e viáveis para tornar o mundo melhor.

Algumas marcas, inclusive, fazem uso do engajamento de uma forma polêmica, como a marca californiana de roupas Patagonia, que no passado lançou uma campanha com o slogan "Não compre esta jaqueta". Entre a hipocrisia e o real posicionamento da empresa quanto a causas socio­ambientais, ganhou o quanto o clientes acreditam na marca. Sendo assim, eles acabaram comprando o produto, sabendo muito bem o que estavam fazendo. De qualquer forma, a marca tornou-se referência de consumo na nova era. "Consciência e lucro não são excludentes. Empresas engajadas atraem clientes fiéis, o que gera mais retorno para seus acionistas a longo prazo", afirma o presidente do Instituto do Capitalismo Consciente Brasil, Hugo Bethlem, que viu dobrar o número de associados em 2020.

Por outro lado, há companhias que insistem em andar para trás, explorando funcionários, fingindo que não veem discriminação e acabando com a natureza. Para essas empresas, só resta serem alvo de buycott, neologismo que mistura palavras em inglês e significa "boicote de compra". A ação bloqueadora acabou, chegou como vingança política por parte de grupos sectários em todo o espectro ideológico, no Brasil e em tantos outros países. Ainda assim, dentro dos assuntos que realmente fazem diferença positiva à sociedade, os exemplos de boas práticas, feitos por grandes corporações, estão cada vez maiores. A maior companhia de bens de consumo do planeta, a anglo-holandesa Unilever diz ser crucial que toda a indústria faça uma transição rápida para a economia circular. Refletindo na linha de Bethlem, a felicidade do consumidor final não pode se dar à custa do sofrimento de outra parte da cadeia, sejam pessoas, animais ou o meio ambiente.

O Brasil também está ganhando espaço como protagonista no consumo consciente. Redes varejistas importantes e processadores de proteína estão trabalhando para acabar com a venda de carne suína e de ovos de galinhas com procedência de animais de forma agressiva até o final desta década. De acordo com o ranking Global 100, da Corporate Knights, o Banco do Brasil, instituição financeira fundamental no desenvolvimento do agronegócio, foi considerado a nona empresa mais sustentável do mundo, pelos seus investimentos em economia verde, diminuição da emissão de carbono e inclusão social. Conscientizar significa obter conhecimento e saber o que se está fazendo. Quando a consciência agrega moral e ética, a sociedade melhora e é, perceptivelmente, mais feliz.


É por isso que a Pampack produz suas embalagens de forma sustentável, incentiva o descarte correto para reciclagem e fomenta a cultura de proteção ao ecossistema. A produção de embalagens plásticas tem baixo impacto no meio ambiente, muito menor do que o de outras embalagens, como de papel, e basta termos um descarte consciente, encaminhando para a reciclagem para termos um ciclo completo de proteção ao meio ambiente.


Somos incentivadores do consumo sustentável, apoiamos nossos clientes com embalagens que se adequem às suas próprias políticas de sustentabilidade e somos parte integrante do movimento do uso consciente do plástico.


Fonte: Veja e Assessoria Pampack

Foto: Design vector created by freepik - www.freepik.com

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